Avançar para o conteúdo principal

Do not stand at my grave and cry

[A autoria do poema é de Mary Elizabeth Frye. Estava nas coisas da nossa mãe, escrito à mão.
Sabias sempre o que dizer, Mamã. E continuas a saber
 ]

"Do not stand at my grave and weep
I am not there; I do not sleep.
I am a thousand winds that blow,
I am the diamond glints on snow,
I am the sun on ripened grain,
I am the gentle autumn rain.
When you awaken in the morning's hush,
I am the swift uplifting rush
Of quiet birds in circled flight.
I am the soft stars that shine at night.
Do not stand at my grave and cry,
I am not there; I did not die."


Hoje despedimos-nos mais um bocadinho de ti. 

Adeus, meu amor. Vai, segue o teu caminho. Mas não fiques muito longe. 

Comentários

Mensagens populares deste blogue

A gente vai continuar...

A Y. postou no blogue dela que sentia que havia uma nuvem pequena, daquelas dos desenhos animados, em cima da cabeça dela. Em que o mau tempo e a chuva eram só para ela, estilo Lucky Luke. Pois eu sinto que também tenho uma... Ano difícil este! Enfim, hoje venho partilhar algo diferente: uma música. Uma que está no cantinho das preferidas, que me lembra um amigo meu, que me lembra a altura em que conheci o S. e que me deixa de beicinho e olhos inundados. Esta música toca-me... é isso. Simplesmente isso. "Tira a mão do queixo não penses mais nisso O que lá vai já deu o que tinha a dar Quem ganhou ganhou e usou-se disso Quem perdeu há-de ter mais cartas pra dar E enquanto alguns fazem figura Outros sucumbem à batota Chega a onde tu quiseres Mas goza bem a tua rota Enquanto houver estrada pra andar A gente vai continuar Enquanto houver estrada pra andar Enquanto houver ventos e mar A gente não vai parar Enquanto houver ventos e mar Todos nós pagamos por tudo o qu...

Feliz Natal

Lembro-me da Magia do Natal, de quando era miúda. Lembro-me de a sentir fisicamente, quase. Lembro-me do olhar doce da Vovó. Lembro-me das palhaçadas do Tio Paulinho. Lembro-me das gargalhadas e dos nervos do Carlitos. Lembro-me da excitação dos meus irmãos. Lembro-me das fatias douradas da Mamã e de acordar o Papá todos os dias de Dezembro a perguntar "papá, é hoje a véspera de Natal??" Claro que não é assim que vivo o Natal agora. Cresci (ainda sou miúda, vá) e percebi que a Magia do Natal continua cá, de uma forma mais calma e mais adulta. Hoje vivo o Natal como forma especial de homenagear os que mais amo e de agradecer por tudo o que conquistei, por tudo o que tenho. Sei que o fazemos, de uma forma ou outra, durante todo o ano, mas conforta-me a ideia de ter uma noite/um dia em que estamos todos em sintonia. Mesmo quando estamos longe, mesmo como hoje, que o meu coração vai estar em Santa Cruz. Por isso, OBRIGADA. Pelo Amor, pela Saúde, pela Força, pelas Amiz...

Para o S.

E para esta aventura que nos espera.  (Que, por agora, é um bocadinho mais minha do que dele.) 25/11/2014