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Do not stand at my grave and cry

[A autoria do poema é de Mary Elizabeth Frye. Estava nas coisas da nossa mãe, escrito à mão.
Sabias sempre o que dizer, Mamã. E continuas a saber
 ]

"Do not stand at my grave and weep
I am not there; I do not sleep.
I am a thousand winds that blow,
I am the diamond glints on snow,
I am the sun on ripened grain,
I am the gentle autumn rain.
When you awaken in the morning's hush,
I am the swift uplifting rush
Of quiet birds in circled flight.
I am the soft stars that shine at night.
Do not stand at my grave and cry,
I am not there; I did not die."


Hoje despedimos-nos mais um bocadinho de ti. 

Adeus, meu amor. Vai, segue o teu caminho. Mas não fiques muito longe. 

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