É a coisa mais certa que temos nesta vida. Não importa como vivemos: se somos boas pessoas, se pagamos impostos a tempo e horas, se reciclamos, se dizemos asneiras no trânsito, se somos educados, se somos as melhores ou as piores pessoas neste mundo. Eventualmente, todos acabamos por partir. Para onde? Não sei bem… A maneira como morremos também não tem nada a ver com a nossa prestação neste mundo. A ideia que os filmes infantis nos passam, de que os maus morrem com tiros e os bons morrem de velhinhos, mas sãos e lúcidos na cama, rodeados de filhos e netos? Nahh… esqueçam. (Ainda ontem fiquei a saber que uma rapariga que conheço morreu depois de dar à luz o primeiro filho!) É algo que me preocupa. Não tenho medo de morrer, não é medo, é pena. Tenho pena de deixar tudo o que construí. O meu MEDO é de como vou morrer, de como vão morrer as pessoas que eu amo, isso sim, apavora-me. Não é que fique horas a pensar nisto, mas na verdade todos temos este tipo de pensamentos às vezes, c...
Est. 2009